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	<title>Comments for Comunicação Etc. | Leonardo Bragança</title>
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	<description>Consultoria e ideias em comunicação e branding</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 May 2010 17:16:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comment on Consultor ou &#8220;guru&#8221;? Livrando-se dos oportunistas de plantão by Diego Remus</title>
		<link>http://www.comunicacao.etc.br/2010/05/consultor-ou-guru/comment-page-1/#comment-474</link>
		<dc:creator>Diego Remus</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 17:16:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicacao.etc.br/?p=1728#comment-474</guid>
		<description>Oi Leo. 

Gostei do post mas não quero elogiar - não apenas porque seria considerado &quot;tapinha nas costas&quot;, não porque pareceria que o chapéu serviu, hehe, mas porque lamento ninguém ter continuado a discussão. Acredito que ela não está concluída.

Veja como percebo seu post, depois veja se pode responder minha pergunta. 

Você tocou em situações delicadas, mas fez bem porque embasou com exemplos (botou o dedo na ferida), comparou ao longo dos tópicos (até onde vai um ou outro), encerrou com uma justificativa pra lá de importante e não ficou fazendo propaganda sua.

O que eu questiono é: dizer que um consultor faz isso e o mau faz aquilo não seria também uma forma absoluta, acabada e determinista de termos uma opinião formada previamente, sem analisar o caso? Até que ponto é melhor para o mercado dizermos que o critério para separar os bons dos maus é o número de eventos que ele participa, a simpatia, o fato de escrever ebooks curtos, o fato de não fugir da pergunta e dar sim uma resposta ao invés de devolver outra pergunta?

Concordo com cada uma das suas colocações, mas creio que devem ser usadas como &quot;inspiração para o discernimento&quot;, não como critério. Será que cada cliente tem o consultor que merece? O combinado não sai caro! Não quero acusar o cliente de ruim ou burro, mas, sinceramente, há coisas boas que eu não gosto, e assim deve acontecer com os outros. Tudo tem seu timing. Isso não quer dizer que quase diariamente eu não esbraveje (mesmo que silenciosamente) um &quot;filho da puta!&quot; quando vejo algumas coisas condenáveis. Daí me acalmo perguntando, se de repente não é justo a vida ser assim, um constante ajuste, por exemplo entre namorados, até encontrar a pessoa certa? Da mesma forma, com clientes. Entre consultores e o mercado.

Você credita que um dos fatores que levou à proliferação de mediocridade photoshopada é a &quot;cauda longa&quot; dos nichos intelectuais? Digo, a maior capillaridade e grnaularidade dos problemas, oportunidades, disciplinas e funções profissionais? A realidade ou a interpretação dela está ficando mais vasta e especializada? Isso possibilita fundadores de áreas de (des)conhecimento?

Tá vendo a relatividade das conclusões? Inclusive das que vc expôs? Não consigo nem elogiar em paz, pois faço sim algumas coisas que vc apontou como sinais de falsidade, mas tudo tudo tudo que venho fazendo é por ter sido procurado pelos interessados e convencido de que poderia fazer!

Responde aí! 
(Fiquei com vontade de postar sobre o assunto, também).

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Leo. </p>
<p>Gostei do post mas não quero elogiar &#8211; não apenas porque seria considerado &#8220;tapinha nas costas&#8221;, não porque pareceria que o chapéu serviu, hehe, mas porque lamento ninguém ter continuado a discussão. Acredito que ela não está concluída.</p>
<p>Veja como percebo seu post, depois veja se pode responder minha pergunta. </p>
<p>Você tocou em situações delicadas, mas fez bem porque embasou com exemplos (botou o dedo na ferida), comparou ao longo dos tópicos (até onde vai um ou outro), encerrou com uma justificativa pra lá de importante e não ficou fazendo propaganda sua.</p>
<p>O que eu questiono é: dizer que um consultor faz isso e o mau faz aquilo não seria também uma forma absoluta, acabada e determinista de termos uma opinião formada previamente, sem analisar o caso? Até que ponto é melhor para o mercado dizermos que o critério para separar os bons dos maus é o número de eventos que ele participa, a simpatia, o fato de escrever ebooks curtos, o fato de não fugir da pergunta e dar sim uma resposta ao invés de devolver outra pergunta?</p>
<p>Concordo com cada uma das suas colocações, mas creio que devem ser usadas como &#8220;inspiração para o discernimento&#8221;, não como critério. Será que cada cliente tem o consultor que merece? O combinado não sai caro! Não quero acusar o cliente de ruim ou burro, mas, sinceramente, há coisas boas que eu não gosto, e assim deve acontecer com os outros. Tudo tem seu timing. Isso não quer dizer que quase diariamente eu não esbraveje (mesmo que silenciosamente) um &#8220;filho da puta!&#8221; quando vejo algumas coisas condenáveis. Daí me acalmo perguntando, se de repente não é justo a vida ser assim, um constante ajuste, por exemplo entre namorados, até encontrar a pessoa certa? Da mesma forma, com clientes. Entre consultores e o mercado.</p>
<p>Você credita que um dos fatores que levou à proliferação de mediocridade photoshopada é a &#8220;cauda longa&#8221; dos nichos intelectuais? Digo, a maior capillaridade e grnaularidade dos problemas, oportunidades, disciplinas e funções profissionais? A realidade ou a interpretação dela está ficando mais vasta e especializada? Isso possibilita fundadores de áreas de (des)conhecimento?</p>
<p>Tá vendo a relatividade das conclusões? Inclusive das que vc expôs? Não consigo nem elogiar em paz, pois faço sim algumas coisas que vc apontou como sinais de falsidade, mas tudo tudo tudo que venho fazendo é por ter sido procurado pelos interessados e convencido de que poderia fazer!</p>
<p>Responde aí!<br />
(Fiquei com vontade de postar sobre o assunto, também).</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Consultor ou &#8220;guru&#8221;? Livrando-se dos oportunistas de plantão by Ricardo Nespoli</title>
		<link>http://www.comunicacao.etc.br/2010/05/consultor-ou-guru/comment-page-1/#comment-473</link>
		<dc:creator>Ricardo Nespoli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 14:16:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicacao.etc.br/?p=1728#comment-473</guid>
		<description>Cara, texto franco, honesto e principalmente desafiador. Tô contigo!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, texto franco, honesto e principalmente desafiador. Tô contigo!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Consultor ou &#8220;guru&#8221;? Livrando-se dos oportunistas de plantão by Fábio Carvalho</title>
		<link>http://www.comunicacao.etc.br/2010/05/consultor-ou-guru/comment-page-1/#comment-472</link>
		<dc:creator>Fábio Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 02:22:14 +0000</pubDate>
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		<description>Léo, quando um leio algo que gostaria de ter escrito dou um grande valor a esse texto. Vc tocou em uma questão importantíssima, que discutimos em nosso grupo de estudos. Prefiro acreditar que alguém possa contribuir com um trabalho, respeitando aqueles que lá já estão, do que alguém que já chega com as opiniões definidas e os conceitos já pré-determinados. Gurus são chatos, pq não acrescentam. Consultores são legais porque crescem junto com o cliente. Parabéns e bom te ler de volta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Léo, quando um leio algo que gostaria de ter escrito dou um grande valor a esse texto. Vc tocou em uma questão importantíssima, que discutimos em nosso grupo de estudos. Prefiro acreditar que alguém possa contribuir com um trabalho, respeitando aqueles que lá já estão, do que alguém que já chega com as opiniões definidas e os conceitos já pré-determinados. Gurus são chatos, pq não acrescentam. Consultores são legais porque crescem junto com o cliente. Parabéns e bom te ler de volta.</p>
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